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	<title>juca-bala-de-morango</title>
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	<description>ou Emily Canto Nunes</description>
	<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 17:19:17 +0000</pubDate>
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		<title>Enquanto isso</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 15:42:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emily</dc:creator>
		
	<category>Exercitando a Escrita</category>
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		<description><![CDATA[	Enquanto n&atilde;o sou chamada por um grande jornal para escrever sobre cultura e afins (sonho meu, sonho meu), vou exercitando a escrita por aqui mesmo, num site muy diver do qual me tornei colaboradora,&nbsp;o Tropecei Nisso Aqui. Minha segunda postagem, sobre o Museu do Sexo de New York e a fotógrafa Autumn&nbsp;foi publicada hoje, 30.04,&nbsp;e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify">Enquanto n&atilde;o sou chamada por um grande jornal para escrever sobre cultura e afins (sonho meu, sonho meu), vou exercitando a escrita por aqui mesmo, num site muy diver do qual me tornei colaboradora,&nbsp;o Tropecei Nisso Aqui. Minha segunda postagem, sobre o Museu do Sexo de New York e a fotógrafa Autumn&nbsp;foi publicada hoje, 30.04,&nbsp;e pode ser&nbsp;lida <a href="http://tropeceinissoaqui.com/2009/04/30/a-arte-do-sexo/" target="_blank">aqui</a>. Já a minha primeira apari&ccedil;&atilde;o, também sobre&nbsp;arte (ui, que chique) pode ser lida&nbsp;<a href="http://tropeceinissoaqui.com/2009/03/30/o-bagulho-aqui-e-fino/" target="_blank">aqui</a>; é&nbsp;sobre&nbsp;a galeria on-line baixocal&atilde;o. Aparece por lá. Uma hora dessas eu volto a escrever por aqui também, juro.</p>
	<p>ps: De LAMBUJA, uma foto da Autumn,&nbsp;cujo nome, aliás,&nbsp;quer dizer OUTONO. Bem propício para o nosso clima, nén&atilde;o?</p>
<a href="http://cantonunes.blogsome.com/images/IMG_9462Final.jpg"></a><br />
<p align="justify"><img style="width: 400px; height: 267px" height="267" src="http://cantonunes.blogsome.com/images/IMG_9462Final.jpg" width="400" align="middle" border="0" /></p>
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		<title>Lacuna Corporation</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 08:01:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emily</dc:creator>
		
	<category>Filosofias Baratas</category>
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		<description><![CDATA[	Com freq&uuml;&ecirc;ncia, as pessoas me perguntam por que eu guardo tanta coisa. No processo de desencaixotamento da mudan&ccedil;a, eu encontrei coisas absurdas, tipo um texto que escrevi para uma aula do Seben (Paulo Seben, o poeta) em que a Julia&nbsp;e a Karine conversavam sobre uma festa que a Julia tinha ido comigo e a Karine [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify">Com freq&uuml;&ecirc;ncia, as pessoas me perguntam por que eu guardo tanta coisa. No processo de desencaixotamento da mudan&ccedil;a, eu encontrei coisas absurdas, tipo um texto que escrevi para uma aula do Seben (Paulo Seben, o poeta) em que a <a title="a Dantas" href="http://juliadantas.blogspot.com/" target="_blank">Julia</a>&nbsp;e a Karine conversavam sobre uma festa que a Julia tinha ido comigo e a Karine n&atilde;o. O diálogo era t&atilde;o real que, quando mostrei pra elas, nós tr&ecirc;s ficamos&nbsp;na dúvida, nos perguntando se aquilo era a descri&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o similar &agrave; realidade ou se era simplesmente uma transcri&ccedil;&atilde;o da verdade. A Julia matou a charada dizendo que ela nunca perguntaria para a Karine como é uma pessoa de peixes porque ela conhece as características do signo. Outra coisa que achei&nbsp;foi um texto de uma outra amiga,&nbsp;algo sobre televis&atilde;o, educa&ccedil;&atilde;o e publicidade (acho que era isso) escrito para a terceira cadeira de portugu&ecirc;s da faculdade,&nbsp;no tempo em que ela n&atilde;o ignorava&nbsp;a exist&ecirc;ncia do&nbsp;corretor ortográfico do word. Além disso, também achei uma carta que a <a title="aqui com a Juliana" href="http://charlatanismo.blogspot.com/" target="_blank">Julia</a>&nbsp;me escreveu na folha timbrada da marca de camisetas que criamos no segundo semestre e na qual ela lamentava que eu ia&nbsp;mudar de curso e trocar a Fabico pela Psicologia. Eu podia ficar a madrugada inteira contando tudo que eu encontrei desde que me mudei, mas n&atilde;o vou. Mas, tipo, eu nem lembrava mais de&nbsp;que tinha realmente pensando em mudar para a Psicologia em 2004, e muito menos de que eu tinha chegado&nbsp;ao ponto de me inscrever para o vestibular de 2006.</p>
	<p align="justify">Foi depois desse e de outros episódios que cheguei a conclus&atilde;o de que guardo tanta coisa para&nbsp;lembrar de mim mesma:&nbsp;do que fui há alguns anos,&nbsp;o que queria, o que pensava e o&nbsp;que sentia. E isso tudo&nbsp;também me fez pensar sobre as pessoas que jogam tudo aquilo que lembra outra pessoa&nbsp;no lixo. Tipo,&nbsp;ex-alguma coisa, saca? Eu até entendo que algumas mensagens do celular sejam apagadas, algumas camisetas n&atilde;o devolvidas doadas e algumas fotos guardadas,&nbsp;isso é realmente&nbsp;necessário algumas vezes, mas me pergunto o qu&atilde;o saudáveis&nbsp;e o qu&atilde;o eficazes s&atilde;o&nbsp;atitudes desse naipe. O <a href="http://www.imdb.com/title/tt0338013/" target="_blank">Brilho Eterno de uma Mente sem Lembran&ccedil;as</a> tá aí para provar que tem coisas que n&atilde;o podem ser apagadas. Amor&nbsp;me parece uma delas, entre algumas outras.</p>
	<p align="justify">Sabe, mesmo que tudo vá pro lixo: fotos, cartas, roupas, cds e livros,&nbsp;que se perca totalmente o contato com a tal&nbsp;pessoa - ainda que em tempos de orkut isso seja praticamente impraticável - é impossível deletar alguém. Pode-se tentar (e &agrave;s vezes conseguir) tirar alguém da vida diária, mas da&nbsp;própria história, e &agrave;s vezes, de si mesmo, n&atilde;o dá. Pode-se passar muito tempo sem pensar numa pessoa,&nbsp;sem ver a pessoa e até mesmo sem falar&nbsp;o nome dessa pessoa, mas em algum momento, por um instante que seja,&nbsp;algo vai te fazer lembra daquela pessoa&nbsp;simplesmente pelo simples fato de&nbsp;que ela faz parte do teu&nbsp;passado. E foi um pouco pensando sobre isso que fui ver o decepcionante <a href="http://www.imdb.com/title/tt0765469/" target="_blank">O Passado</a> - sobre o qual eu escreverei&nbsp;depois que&nbsp;ler o <a href="http://www.cosacnaify.com.br/loja/detalhes.asp?codigo_produto=858&#038;language=pt&#038;showPromo=False" target="_blank">livro</a> (eu devia ter desconfiado de um filme do Hector Babenco com atores espanhóis, incluindo o Gael):&nbsp;o qu&atilde;o prejudicial o passado pode ser para o futuro e&nbsp;o qu&atilde;o prejudicial o futuro pode ser para o presente?</p>
	<p align="justify">Na época em que vi o filme,&nbsp;n&atilde;o cheguei a conclus&atilde;o nenhuma, só fiquei indignada, visto que é bem ruizinho.&nbsp;Hoje, depois disso tudo aí em cima relatado, penso que as lembran&ccedil;as só s&atilde;o prejudiciais se elas forem transformadas em esperan&ccedil;as também: esperan&ccedil;a de que, de alguma forma, o passado se repita: que uma viagem seja t&atilde;o boa quanto foi aquela outra, que um amor seja t&atilde;o grande como foi aquele, que uma festa seja t&atilde;o&nbsp;divertida quanto aquela que nós tr&ecirc;s fomos, ou n&atilde;o.&nbsp;O passado nunca&nbsp;vai ser apagado, guardemos ou n&atilde;o seus vestígios, pois ele sempre&nbsp;existirá na memória (ao menos até uma certa idade). Logo, me pergunto: vale a pena n&atilde;o guardar certas coisas, ou pior, tentar destruír o que passou colocando tudo no lixo? Talvez n&atilde;o seja assim t&atilde;o simples e eu esteja numa madrugada Pollyana, mas é que é&nbsp;t&atilde;o mais divertido encontrar uma foto e sorrir sozinho sentado no ch&atilde;o do quarto.&nbsp;Se n&atilde;o for por isso, ao menos que&nbsp;seja pelo bem dos nossos&nbsp;biógrafos. Aqui,&nbsp;um print da&nbsp;logomarca que eu e as gurias citadas lá em cima criamos.&nbsp;Bom dia.&nbsp;&nbsp; </p>
	<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <a href="http://cantonunes.blogsome.com/images/euphoria.jpg"><img style="width: 180px; height: 141px" height="141" src="http://cantonunes.blogsome.com/images/thumb-euphoria.jpg" width="180" align="middle" border="0" /></a></p>
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		<title>08.03</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 05:03:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emily</dc:creator>
		
	<category>Coisas de Moi</category>
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		<description><![CDATA[	Pela primeira vez em 24 anos (tá, exagerei),&nbsp;n&atilde;o recebi NENHUM parabéns pelo fatídico Dia da Mulher. Menos ainda&nbsp;rosas vermelhas&nbsp;ou&nbsp;Sonho de Valsa&nbsp;grampeado num papel com uma mensagem brega escrita em itálico e uma moldura de cora&ccedil;&otilde;es vermelhos em volta&#8230;
	Obrigada por me pouparem, homens do meu Brasil. =)
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify">Pela primeira vez em 24 anos (tá, exagerei),&nbsp;n&atilde;o recebi NENHUM parabéns pelo fatídico Dia da Mulher. Menos ainda&nbsp;rosas vermelhas&nbsp;ou&nbsp;Sonho de Valsa&nbsp;grampeado num papel com uma mensagem brega escrita em itálico e uma moldura de cora&ccedil;&otilde;es vermelhos em volta&#8230;</p>
	<p align="justify">Obrigada por me pouparem, homens do meu Brasil. =)</p>
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		<title>achados e perdidos</title>
		<link>http://cantonunes.blogsome.com/2009/02/18/achados-e-perdidos-da-mudanca/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 03:02:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emily</dc:creator>
		
	<category>Coisas de Moi</category>
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		<description><![CDATA[	Procura-se o dono desse CD:
	1- A fond farewell - Elliot Smith2- April fools - Rufus Wainwright3- Yea heavy and a bottle of bread - Bob Dylan4- You aint going nowhere - Bob Dylan5- Grace cathedral hill - The Decemberists6- We both go down togheter - The Decemberists7- The rollercoaster ride - Belle &amp; Sebastian8- The [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Procura-se o dono desse CD:</p>
	<p>1- A fond farewell - Elliot Smith<br />2- April fools - Rufus Wainwright<br />3- Yea heavy and a bottle of bread - Bob Dylan<br />4- You aint going nowhere - Bob Dylan<br />5- Grace cathedral hill - The Decemberists<br />6- We both go down togheter - The Decemberists<br />7- The rollercoaster ride - Belle &amp; Sebastian<br />8- The trip - Donovan<br />9- I hate rock and roll - Jesus &amp; Mary Chain<br />10- You set the scene - Love<br />11- The hardest button to button - The White Stripes<br />12- Into the sun - Sean Lennon<br />13- The bucket - King of Leon<br />14- God only knows - The Beach Boys<br />15- Something 4 the weekend - Super Furry Animals</p>
	<p>Eu simplesmente n&atilde;o fa&ccedil;o&nbsp;IDÉIA de onde ele saiu. <br />Só sei que ele&nbsp;é simplesmente GENIAL.</p>
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		<title>Sede de</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 02:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emily</dc:creator>
		
	<category>Exercitando a Escrita</category>
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		<description><![CDATA[	Enquanto ela beija sua bochecha macia, ele fecha os olhos. Ao abri-los, procura pela boca dela, que foge. Os dedos finos que se arrastam entre&nbsp;os fios grossos de seus cabelos agradam. A cada movimento das m&atilde;os, ele inclina a cabe&ccedil;a mais para trás e o corpo mais para frente em busca do dela.&nbsp;Ao se esquivar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify">Enquanto ela beija sua bochecha macia, ele fecha os olhos. Ao abri-los, procura pela boca dela, que foge. Os dedos finos que se arrastam entre&nbsp;os fios grossos de seus cabelos agradam. A cada movimento das m&atilde;os, ele inclina a cabe&ccedil;a mais para trás e o corpo mais para frente em busca do dela.&nbsp;Ao se esquivar, chegando &agrave;s costas,&nbsp;ela sente ambas as respira&ccedil;&otilde;es se acelerarem, mas se controla para que a tenta&ccedil;&atilde;o do prazer n&atilde;o&nbsp;ven&ccedil;a o esfor&ccedil;o do afeto. Mas t&atilde;o logo os lábios, línguas e salivas se encontram, todos os movimentos se tornam&nbsp;um só, simult&acirc;neos. Ao simples toque, a pele ganha ader&ecirc;ncia. O suor que reluz nos corpos também&nbsp;é responsável pelo odor que impregna o ar, aumentando o apetite de ambos. O arfar dela dita o ritmo da a&ccedil;&atilde;o. E as poucas palavras sussurradas catalisam o ímpeto dele, que só cresce, cresce e cresce.</p>
	<p align="justify">A temperatura dos corpos&nbsp;come&ccedil;a a voltar&nbsp;ao normal. Ela levanta em busca de um len&ccedil;ol ou algo que a cubra; ele se dirige &agrave; lixeira mais próxima e retorna ainda ofegante. Apenas os bra&ccedil;os se entrela&ccedil;am. Ela pensa em pedir água;&nbsp;ele em se oferecer para buscar. Nada. A garganta seca. As pálpebras fecham. Ambos dormem no mesmo sil&ecirc;ncio de outrora, cada qual com a cabe&ccedil;a num travesseiro.</p>
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		<title>panda-juca-bala</title>
		<link>http://cantonunes.blogsome.com/2009/02/04/juca-bala-banda/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 15:17:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emily</dc:creator>
		
	<category>Coisas de Moi</category>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><img style="width: 380px; height: 180px" height="180" src="http://cantonunes.blogsome.com/images/82273240.jpg" width="380" align="middle" border="0" />
</p>
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		<title>Se eu tivesse um twitter&#8230;</title>
		<link>http://cantonunes.blogsome.com/2009/01/29/se-tu-tivesse-um-twitter/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 22:40:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emily</dc:creator>
		
	<category>Exercitando a Escrita</category>
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		<description><![CDATA[	Se eu tivesse um twitter (coisa que, na verdade, nem sei direito como funcia&#8230;), eu publicava as seguintes frases no dia cansativo de hoje (mais estresse = mais bobagens).
	Acompanhe:(em ordem cronológica de brotamento, da mais recente para aquela que teve&nbsp;chance de ser n&atilde;o ser publicada&#8230;)
	1. Eu queria namorar um Pedro só para cantarolar pra ele: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify">Se eu tivesse um twitter (coisa que, na verdade, nem sei direito como funcia&#8230;), eu publicava as seguintes frases no dia cansativo de hoje (mais estresse = mais bobagens).</p>
	<p><strong>Acompanhe:</strong><br />(em ordem cronológica de brotamento, da mais recente para aquela que teve&nbsp;chance de ser n&atilde;o ser publicada&#8230;)</p>
	<p align="justify">1. Eu queria namorar um Pedro só para cantarolar pra ele: &quot;Pedro onde se vai eu também v&ocirc;&ocirc;&ocirc;&#8230;&quot;. E, quando a gente terminasse, eu cantarolaria: &quot;mas tudo acaba onde come&ccedil;&ocirc;&ocirc;&ocirc;&quot;&#8230;</p>
	<p>2. No caminho pra casa, come&ccedil;o a sentir um cheiro&nbsp;PUTREFATO e penso comigo: &quot;bah, tem alguma coisa muito&nbsp;podre por aqui&quot;. Mais alguns passos e me dou conta de que do meu lado esquerdo está iniciando a super quadra do Cemitério S&atilde;o Jo&atilde;o&#8230;</p>
	<p align="justify">3.&nbsp;Sobre publicitários (diretores de arte, em especial): quanto mais atalhos do teclado do mac souberes, mais sexy serás&#8230; ARRAM.</p>
	<p align="justify">Tá, deu. =P</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ah, a juventude&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 05:20:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emily</dc:creator>
		
	<category>Filosofias Baratas</category>
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		<description><![CDATA[	Eu tor&ccedil;o&nbsp;por aquele&nbsp;jovem que deposita&nbsp;toda sua esperan&ccedil;a de ser um adulto feliz&nbsp;em sua própria juventude. eu tor&ccedil;o tanto que desejo profundamente que aquela viagem para morar fora do país que ele fez porque é isso que todo jovem&nbsp;deve fazer&nbsp;seja realmente inesquecível. que o tempo que ele viveu sozinho porque é isso que se espera que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify">Eu tor&ccedil;o&nbsp;por aquele&nbsp;jovem que deposita&nbsp;toda sua esperan&ccedil;a de ser um adulto feliz&nbsp;em sua própria juventude. eu tor&ccedil;o tanto que desejo profundamente que aquela viagem para morar fora do país que ele fez porque é isso que todo jovem&nbsp;deve fazer&nbsp;seja realmente inesquecível. que o tempo que ele viveu sozinho porque é isso que se espera que um jovem fa&ccedil;a durante sua juventude tenha valido a pena, inclusive os momentos de solid&atilde;o. que aquela pós-gradua&ccedil;&atilde;o que ele come&ccedil;ou porque é isso que as pessoas esperam de um jovem que quer crescer na vida tenha verdadeiramente feito a diferen&ccedil;a, de prefer&ecirc;ncia no bolso. que todas as horas de sono dedicadas ao trabalho sejam recompensadas&nbsp;na vida adulta com uma cama de casal bem quentinha. que todas aquelas festas&nbsp;que ele frequentou simplesmente por ser jovem tenham sido divertidíssimas, ao extremo. que todos aqueles porres que só os jovens podem tomar&nbsp;tenham resultado apenas em histórias engra&ccedil;adas para contar para&nbsp;filhos e netos, nunca em arrependimentos. que todos aqueles amores do qual ele abriu m&atilde;o porque o que se espera de um jovem é que ele n&atilde;o se&nbsp;comprometa&nbsp;cedo sejam substituídos por um&nbsp; grande, verdadeiro&nbsp;e eterno amor.</p>
	<p align="justify">tor&ccedil;o para que a esperan&ccedil;a na juventude desse jovem seja a última a morrer e que um dia ele n&atilde;o se pergunte&nbsp;se, talvez,&nbsp;n&atilde;o tenha&nbsp;sido jovem demais, por tempo demais.</p>
	<p>ps: post da categoria &quot;das coisas que só fazem sentido pra mim&quot;. =)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Links</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Jan 2009 15:04:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emily</dc:creator>
		
	<category>Coisas de Moi</category>
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		<description><![CDATA[	Nunca fui f&atilde; do Rodrigo Amarante. Acho ele bom letrista, um cara charmoso, mas só. Só&nbsp;até&nbsp;ler essa entrevista na&nbsp;TRIP e come&ccedil;ar achar o cara realmente interessante. É bom saber que existem pessoas com essa profundidade, que mais do que gostar daquele e n&atilde;o desse g&ecirc;nero musical, desse ou daquele g&ecirc;nero literário, ou ainda cinematográfico, t&ecirc;m [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify">Nunca fui f&atilde; do Rodrigo Amarante. Acho ele bom letrista, um cara charmoso, mas só. Só&nbsp;até&nbsp;ler <a href="http://revistatrip.uol.com.br/173/negras/home.htm" target="_blank">essa</a> entrevista na&nbsp;TRIP e come&ccedil;ar achar o cara realmente interessante. É bom saber que existem pessoas com essa profundidade, que mais do que gostar daquele e n&atilde;o desse g&ecirc;nero musical, desse ou daquele g&ecirc;nero literário, ou ainda cinematográfico, t&ecirc;m opini&otilde;es próprias do que é a vida, a morte, o destino, o sonho, a fama, enfim&#8230; Há quem diga que essa entrevista é <em>fake</em>, principalmente porque o Amarante afirma que n&atilde;o ganhou dinheiro com o Los Hermanos como muitos imaginam. Eu, com minha ingenuidade que me é característica, prefiro acreditar n&atilde;o só que o que ele diz a respeito dessa fase é verdade, como prefiro acreditar que ainda existem pessoas como ele para conhecer no mundo e para filosofar em conjunto numa mesa de bar.</p>
	<p align="justify">Além desse&nbsp;link, um textinho trivial&nbsp;<a href="http://www.jornalja.com.br/2009/01/16/cinema-como-porto-alegre-nunca-viu/" target="_blank">meu</a> no site do Jornal Já, que conta também com matérias supimpas da minha amiga Daiane, que n&atilde;o tem blog.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Caos Calmo (2008)</title>
		<link>http://cantonunes.blogsome.com/2009/01/06/66/</link>
		<comments>http://cantonunes.blogsome.com/2009/01/06/66/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 22:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emily</dc:creator>
		
	<category>Exercitando a Escrita</category>
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		<description><![CDATA[	O primeiro filme que vi em 2009 foi o italianíssimo Caos Calmo (2008), de Antonio Grimaldo. Antes de tudo, é preciso dizer que nunca tinha visto (ou n&atilde;o me lembro) um filme com&nbsp;o tal Nani Moretti, um&nbsp;cara que, pra mim, já entrou na lista dos melhores atores do mundo. De rosto bastante comum, típico italiano,&nbsp;o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify">O primeiro filme que vi em 2009 foi o italianíssimo <strong>Caos Calmo</strong> (2008), de Antonio Grimaldo. Antes de tudo, é preciso dizer que nunca tinha visto (ou n&atilde;o me lembro) um filme com&nbsp;o tal Nani Moretti, um&nbsp;cara que, pra mim, já entrou na lista dos melhores atores do mundo. De rosto bastante comum, típico italiano,&nbsp;o cara é&nbsp;ABSURDAMENTE expressivo. N&atilde;o do tipo Jim Carey, cheio de caretas, mas de uma&nbsp;maneira bastante&nbsp;natural, verossímel&nbsp;e, o melhor de tudo, profunda. Mas n&atilde;o é dele que eu ia falar. Até porque nem posso, vi apenas um filme com&nbsp;ele que, aliás, fiquei sabendo, é diretor também. Ent&atilde;o que depois de ver o filme e de digerí-lo bem, inclusive lendo resenhas sobre, cheguei a conclus&atilde;o de que vi no filme aspectos&nbsp;completamente diferentes do que viu a&nbsp;maioria, aos menos dos críticos.</p>
	<p align="justify">Enquanto&nbsp;quase todos chamam aten&ccedil;&atilde;o para a rea&ccedil;&atilde;o calma do personagem,&nbsp;Pietro, ao caos&nbsp;da situa&ccedil;&atilde;o em que ele se encontra, qual seja, de ter se tornado víuvo da noite pro dia e ter uma filha de dez anos para criar, eu acredito que o caos calmo n&atilde;o é isso, ou SÓ isso. Sim, perder a mulher e ter uma filha para cuidar sozinho deve ser algo caótico, mas eu acho que a rea&ccedil;&atilde;o calma dele n&atilde;o é uma forma de fazer o luto, como diria nosso amigo Freud, mas também de&nbsp;ser sincero consigo mesmo. Ainda que eu tenha perdido o início do filme por quest&otilde;es de pipocas e coca-colas rolando pelo ch&atilde;o do cinema, acredito que a calma do personagem frente ao caos&nbsp;vai muito do além da supera&ccedil;&atilde;o da viuvez ou coisa que o valha. Óbvio que perder a mulher com que se é casado e se tem uma filha deve ser terrívelmente doloroso, e que&nbsp;para muitos pode parecer o fim da vida, mas, se ele já estava distante da família, e se ele já n&atilde;o a amava mais, como o filme deixa a entender em algumas partes, a calma n&atilde;o pode vir disso?&nbsp;</p>
	<p align="justify">N&atilde;o que ele n&atilde;o sinta falta dela, que ele n&atilde;o sofra com a morte dela. Eu apenas acho que sim, a forma dele ELABORAR o luto é através da calma, tanto que ele deixa&nbsp;de ir para o escritório para ficar esperando a filha na pra&ccedil;a em frente &agrave; escola, enquanto v&ecirc; a vida passar sentado num banco, interagindo apenas com as pessoas que v&atilde;o até lá ou até ele.&nbsp;A quest&atilde;o é que além de uma forma de reagir&nbsp;&agrave; perda, a calma dele é a calma de quem perdeu alguém importante, mas que também&nbsp;n&atilde;o era aquilo tudo, ó, amor da minha vida, n&atilde;o vivo sem ti. De início, pode parecer doloroso pensar que ele n&atilde;o sente tanto assim a morte da mulher mas, veja bem, por que ele teria que se desesperar se ele já n&atilde;o a amava mais, se o casamento já n&atilde;o dava certo? O grande soco no est&ocirc;mago do filme, pra mim, foi a sinceridade do personagem quanto ao seu&nbsp;sentimento. Pietro sofre muito mais preocupado com sua filha do que com a sua própria perda, no caso, da esposa. Nem overreacting, nem drama queen. N&atilde;o é porque as pessoas esperam que se sofra numa situa&ccedil;&atilde;o dessas que efetivamente se vai sofrer. A calma dele está de acordo com o seu próprio caos.</p>
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